Como tirar o ASN e Bloco IPv4?

 Se você quiser saber o passo a passo clique no botão ao lado e leia o nosso blog ou acesse pelo link https://www.licencascmanatel.com.br/single-post/2020/03/07/Consultoria-bloco-IPv4-AS-e-IPv6

 

Caso você queira conhecer ais detalhes o IPv4, IPv6 e ASN leia abaixo:

 

LEMBRE-SE que o IPV4 está com os dias contados devido ao esgotametos dos blocos que são distribuidos pela LACNIC na América Latina. No Brasil o relatório do dia 07/03/2020 apontou que o esgotamento dos blocos IPv4 em agosto de 2020.

IPv4 é?

O Protocolo de Internet versão 4 (IPv4) é a quarta versão do Protocolo de Internet (IP). Ele é um dos principais protocolos de padrões baseados em métodos de interconexão de redes na Internet, e foi a primeira versão implementada para a produção da ARPANET , em 1983. Ele ainda roteia a maior parte do tráfego da Internet de hoje, apesar da contínua implementação de um sucessor do protocolo, o IPv6. O IPv4 está descrito no IETF publicação RFC 791 (setembro de 1981), em substituição a anterior definição (RFC 760, de janeiro de 1980).

O IPv4 é um protocolo sem conexão, para utilização de comutação de pacotes de redes. Ele opera em um modelo de entrega por menor esforço, em que não garante a entrega, nem garante a sequência correta ou evita a duplicação de entrega. Estes aspectos, incluindo a integridade dos dados, são abordados por uma camada superior de protocolo de transporte, tais como o Protocolo de Controle de Transmissão (TCP).

DIAGRAMA E TOPOLOGIA DE REDE

O diagrama de rede, a topologia física e a topologia lógica é parte mais difícil de se fazer no processo de obtenção dos blcos IPv4, IPv6 e ASN. Geralmente os técnicos de e donos de provedores não tem nenhuma ideia por onde começar. 

Um bom planejamento de rede e uma boa distribuição de endereços IP´s ajuda na qualidade da rede e no uso racional dos recursos numericos

IPv6? 

IPv6 é a versão mais atual do Protocolo de Internet. Originalmente oficializada em 6 de junho de 2012, é fruto do esforço do IETF para criar a "nova geração do IP" (IPng: Internet Protocol next generation), cujas linhas mestras foram descritas por Scott Bradner e Allison Marken, em 1994, na RFC 1752.[1] Sua principal especificação encontra-se na RFC 2460.[2]

O protocolo está sendo implantado gradativamente na Internet e deve funcionar lado a lado com o IPv4, numa situação tecnicamente chamada de "pilha dupla" ou "dual stack", por algum tempo. A longo prazo, o IPv6 tem como objetivo substituir o IPv4, que suporta somente cerca de 4 bilhões(escala curta)/mil milhões(escala longa) (4x109) de endereços IP, contra cerca de 340 undecilhões(escala curta)/sextiliões(escala longa) (3,4x1038) de endereços do novo protocolo[3].

O assunto é tão relevante que alguns governos têm apoiado essa implantação. O governo dos Estados Unidos, por exemplo, em 2005, determinou que todas as suas agências federais deveriam provar ser capazes de operar com o protocolo IPv6 até junho de 2008. Em julho de 2008, foi liberada uma nova revisão[4] das recomendações para adoção do IPv6 nas agências federais, estabelecendo a data de julho de 2010 para garantia do suporte ao IPv6. O governo brasileiro recomenda a adoção do protocolo no documento e-PING, dos Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico.

AS - ASN - SISTEMA AUTÔNOMO

Na Internet, um sistema autônomo (AS) é uma coleção de prefixos de roteamento conectados por Protocolo Internet (IP) sob o controle de um ou mais operadores de rede que apresenta uma política comum e claramente definida de roteamento para a Internet (ver RFC 1930, Seção 3).

Originalmente, essa definição exigia o controle por uma única entidade, normalmente um provedor de Internet (PSI) ou uma grande organização com ligações a várias redes independentes, que façam parte de uma política única e claramente definida de roteamento, como inicialmente definido na RFC 1771.[1] A nova definição da RFC 1930 entrou em uso devido ao fato de várias organizações poderem rodar Border Gateway Protocol (BGP) usando números AS privados a um PSI que as conecte à Internet. Embora existam vários sistemas autônomos suportados pelo provedor, a Internet só visualiza a política de roteamento do provedor. Isso se ele tiver registrado um Número de Sistema Autônomo (ASN) oficialmente.

Um ASN único é atribuído a cada AS para uso em roteamento BGP. Números AS são importantes porque o ASN identifica cada rede na Internet.

Até 2007, os números de AS foram definidos como inteiros de 16 bits, o que permitia um máximo de 65536 atribuições. A Internet Assigned Numbers Authority (IANA) designou os números ASN 64512 até 65534 a serem utilizados para fins privados. O ASN 0, 56320-64511 e 65535 e são reservados pelo IANA e não devem ser usados em nenhum ambiente de roteamento. O ASN 0 pode ser usado para identificar redes não-roteadas. Todos os demais ASNs (1-54271) estão sujeitos a atribuição pela IANA, e, até 09 de setembro de 2008, somente o trecho entre 49152-54271 permanecia sem atribuição. A RFC 4893 apresentou os números AS de 32 bits, que a IANA começou a alocar.

Fonte: Wikipedia

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